
31 julho 2008
29 julho 2008
Como você se sente quando a outra pessoa interpreta de modo diferente a sua mensagem?
Noscilene SantosAs diferentes percepções têm a ver com as experiências pessoais que acumulamos ao longo da vida. Um dos pressupostos da Programação Neurolinguística é que “As pessoas respondem a sua experiência, não a realidade em si”, em outras palavras “o mapa não é o território”, significa que as respostas estão embasadas em crenças e valores. São referências que utilizamos para decifrar o que o outro quer transmitir e formular a resposta.
Recebemos estímulos externos por meio do que vemos, ouvimos, degustamos e sentimos. Esses eventos passam pelos filtros universais da experiência: eliminação, generalização e distorção. Consequentemente formam-se memórias, informações, crenças, valores e instintos que geram pensamentos. Tais pensamentos criam representações internas que acessam os sentimentos e provocam alterações na fisiologia, desencadeando, então, um comportamento que impulsiona a resposta.
Por meio de perguntas podemos esclarecer significados, extrair informações e aumentar as possibilidades de respostas. É uma poderosa ferramenta. Uma pergunta inteligente amplia o campo de escolhas, enriquece o diálogo e melhora sensivelmente a comunicação.
A chave para um bom diálogo é dar evidências, criar quadros com referências comuns entre as pessoas que receberão a mensagem. Usar palavras sensoriais que afectam os diferentes perfis: visual, auditivo e cinestésico.
Pessoas visuais apreciam a beleza, a luminosidade. Uma das características desse perfil é a organização. Podem aprender pela observação. Um visual diria: “a explicação está clara”. Já os auditivos têm facilidade para aprender o que escutam. São capazes de ouvirem uma música uma única vez e saírem cantarolando. São eloquentes, falam com cadência e podem imitar facilmente outras pessoas. Poderiam pronunciar: “a explicação fez eco em meus ouvidos”. E os cinestésicos gostam de sentir, tocar, saborear. São movidos pelo sentimento, gostam de abraçar e olhar directamente nos olhos. Aprendem com a prática. Um cinestésico verbalizaria: “sinto-me satisfeito com a explicação”. A simplicidade no uso da linguagem é o segredo da boa comunicação.
E eu estou aqui a me perguntar, será que atingi o objectivo de explicar a causa da interpretação distorcida da mensagem?
“O significado da comunicação não é simplesmente aquilo que você pretende, mas também a resposta que obtém”.
Noscilene Santos é Coach internacional certificada pelos institutos: ICI- International Association of Coaching Institutes e ECA-European Coaching Association, Palestrante, Master practitioner e trainer em PNL, formação em Hipnoterapia Ericksoniana. Graduada em Comunicação Social e Administração de empresas, especialização em Gestão empresarial.
noscilene.santos@peopletraining.com.br
24 julho 2008
O Carpinteiro

O carpinteiro consentiu, mas com o tempo será fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão-de-obra e matérias-primas de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de encerrar sua carreira.
Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspeccionar a casa e entregou a chave da porta ao carpinteiro.
- Essa é a sua casa. - Ele disse. Meu presente a você.
Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira
Sua vida de amanhã será o resultado de suas atitudes e escolhas que fizer hoje
Sessão de 19 de Julho

19 julho 2008
17 julho 2008
Os 6 Chapéus do Pensamento

Joana Sousa
Como chegar lá? Como rentabilizar o meu tempo? As reuniões? Estas eram provas difíceis e o exemplo manifesto dos obstáculos de comunicação que existiam.
O director estava consciente do problema e decidiu de uma vez por todas lidar e procurar a solução. Andava há tempo demais a pensar no problema.
Um dia o seu filho chegou a casa com um pequeno cartaz intitulado «Seis Chapéus do Pensamento». Curioso, indagou junto do filho o que seria aquilo.
«São chapéus que nos ajudam a pensar melhor, a pensar melhor com a cabeça!» - respondeu o filho. O director resolveu procurar mais informação sobre esses chapéus. Indicaram que tal técnica ou ferramenta tinha utilidade não só para ajudar o seu filho a pensar, mas também na sua organização.
Começou por frequentar uma formação em conjunto com a sua equipa de trabalho mais directa. Experimentaram a técnica em âmbito de reunião. Viram resultados. Sentiram o tempo a rentabilizar.
No final de seis meses todas as equipas dominavam a linguagem dos chapéus. Aí foi mais fácil utilizar a técnica e propor que o próximo projecto fosse concebido sobre a égide dos «chapéus que ajudam a pensar». Contaram com o apoio de um consultor especializado, para os ajudar a «colocar e a tirar os chapéus», conforme fosse necessário.»
A técnica dos seis chapéus tem sido utilizada nos mais diversos âmbitos: condução de reuniões, recrutamento e selecção, avaliação de desempenho, formação, educação, liderança e gestão de quipas, técnicas de vendas, atendimento, entre outros… e um pouco por todo o mundo. O seu criador, Edward de Bono, construiu esta ferramenta que permite a identificação da linha de pensamento de forma simbólica (seis chapéus de cores diferentes), de um modo simples.
Chapéu vermelho: as emoções, os sentimentos
Chapéu amarelo: as forças e as oportunidades
Chapéu preto: as fraquezas e as ameças
Chapéu verde: as ideias novas
Chapéu azul: a organização
13 julho 2008
Einstein

A próxima fronteira
Prospectando uma nova e solidária economia mundial, o ex- presidente dos Estados Unidos Bill Clinton lançou recentemente o livro intitulado Dar [Giving no original, já traduzido em Portugal como Dar, mas ainda não publicado no Brasil], em que reformula o sentido do ato de “dar” como algo que embute uma relação custo–benefício positiva para todos e, assim, oferece um olhar inspirador sobre como cada um de nós pode mudar o mundo. Antes disso, o escritor argentino Jorge Luis Borges também havia mostrado que “dar” é o que importa, ao pedir que se lançassem pérolas aos porcos. No meio empresarial, será que não lidaremos com a mesma lógica neste novo milênio? Não será o ato de dar que nos fará crescer e lucrar mais, como empresas e como humanidade? Diante disso, e longe de qualquer juízo de grandeza moral, coloquei a mim uma questão que pode parecer extravagante para muitos: o que os marketeers podem aprender com os doadores em geral, e particularmente com aqueles que ajudam os que vivem nas ruas [os sem-teto]? Por exemplo, qual sua motivação para dar? Qual seu retorno? Será que isso poderá nspirar os marketeers? Haverá de inspirar as lideranças das organizações de negócios?Minha grande descoberta foi a de que, nas ruas, a economia depende principalmente do conceito de interdependência.Essa idéia implica que todos são, ao mesmo momento, provedores e tomadores, clientes fornecedores. Apenas são outros os valores agregados: o afeto inclusivo, a proximidade real, a confiança mútua, a segurança capaz de granjear a paz interior.Assim, logo percebi que receber tais benefícios também são a motivação e a recompensa de quem os dá.Como esse conceito se transportaria para o ambiente empresarial? Creio que no surgimento de um novo conceito de marketing relacional: o marketing interdependente. Ele se baseia num aspecto verdadeiramente inovador o fato de que todos devem ganhar numa relação, e não apenas os diretamente envolvidos. A matemática, a química e a física há muitas décadas con-seguiram provar que na natureza tudo está interligado e é interdependente.Como poderiam as empresas e o marketing escapar dessa realidade? Acredito que o marketing terá cada vez mais a aprender com a natureza, ela própria interdependente, e menos com a civilização.Para a gestão de marketing na prática, isso significará a passagem de um marketing relacional com enfoque em parcerias estratégicas para a fundação de um marketing de comunidades, em que cada um contribui individualmente, não competindo nem cooperando, mas interdependendo.As empresas deixarão de se ocupar em produzir e comercializar bens e serviços? Não. Mas permearão essa prática com outras baseadas na interdependência. Eis algumas projeções do que pode vir a ocorrer no ambiente corporativo transformado pela interdependência:• Em todas as etapas de produção, desde a aquisição de matérias-primas, gestores e funcionários serão orientados a desenvolver e priorizar as “ferramentas” do afeto inclusivo, da confiança mútua, da segurança capaz degranjear a paz interior. Os elos da cadeia de fornecimento se transformarão em comunidades interdependentes.
http://www.markgerenciamento.com/informativo1.php
Pensamentos
"Somos feitos de emoções, basicamente todos nós estamos procurando por emoções, é apenas uma questão de encontrarmos a maneira com que devemos vivenciá-las."E tudo não passava de crenças!
Teresa AmorimEsta é uma área em que estou à vontade e que gosto muito de trabalhar.
Nessa época eu já tinha feito o Practitioner e estava quase a concluir o Master em Programação Neurolinguística. Já tinha integrado os conhecimentos do Practitioner e estava a aprender novas técnicas no Master.
Por acreditar no extraordinário potencial que a PNL possui enquanto ferramenta do desenvolvimento do potencial humano, resolvi que iria introduzir alguns conceitos e técnicas da PNL na formação que iria ministrar.
Quando recebi a lista dos participantes do curso, vi que seria um grupo homogéneo. O grupo era constituído por 11 profissionais de diversas áreas (arquitectura, direito, biologia, psicologia, engenharia alimentar, letras, recursos humanos) e com idades que variavam entre os 22 e os 54 anos.
Desde o início acreditei no potencial do grupo, mesmo antes do 1º dia de formação eu acreditei que iríamos formar um sistema equilibrado. Que o processo de ensino-aprendizagem iria fluir naturalmente e que eu também iria aprender muito com eles.
E assim, com esta crença positiva eu iniciei o curso. Desde o começo consegui estabelecer um bom rapport com grupo e a formação foi fluindo naturalmente.
Comecei a introduzir alguns conceitos e pressupostos ao longo do meu discurso e o grupo gostava e perguntava o significado. Fui explicando sem dizer que era PNL.
Quando abordei a importância do planeamento na formação eu utilizei a Estratégia de Criatividade Disney e foi simplesmente genial. Me vi diante de 11 Walt Disneys! O grupo participou activamente e deu um show de criatividade. No final da sessão tínhamos reunido projectos de formação incríveis.
Eu estava muito motivada porque estava a ver, sentir e ouvir a evolução que os meus formandos estavam a ter com a ajuda da PNL.
Nessa época eu ainda estava fazendo o Master e numa das sessões partilhei com o grupo os resultados que estava a conseguir com a PNL na formação. Contei da magia que estava acontecendo a cada sessão e como especificamente eu estava utilizando a PNL, quais as técnicas que eu tinha adequado aos conteúdos das sessões. O grupo ouviu com entusiasmo e elogiou o meu trabalho. O meu entusiasmo e paixão pela PNL foram contagiantes para quase todo o grupo. Digo quase, porque houve uma pessoa que me perguntou: “Mas você está a dar um curso de Formação de Formadores ou um curso de PNL?” Ouvi a questão, não gostei mas tentei ver a intenção positiva. No mapa daquela pessoa a PNL e a formação que eu estava a dar eram coisas distintas e ela não conseguia entender o que eu estava fazendo. Conclui que se tratava de uma crença limitante dessa pessoa.
Continuei acreditando no poder da PNL e fui “turbinando” as sessões do curso com as técnicas da PNL.
Depois da autoscopia inicial fiz um trabalho de levantamento do sistema de crenças e conseguimos trabalhar as crenças limitantes, substituindo-as por crenças fortalecedoras. Não mais ouvia ninguém do grupo dizer: “Eu não consigo falar em público”, “Não tenho jeito para isso..”
Era mágico ouvir os meus formandos nos debates a dizer: “No meu mapa..”, “ Nós já possuímos todos os recursos que precisamos para…”
O feedback que eu recebia deles era bastante positivo. Uma formanda disse-me que os seus amigos e familiares já notavam a diferença e que ela sentia-se mais confiante até no trabalho. Tudo isso só contribuía para fortalecer a minha crença na PNL.
Nas autoscopias finais os meus formandos deram um show de confiança, empenho e as performances pedagógicas foram muito boas.
Encerramos o curso em grande, com os objectivos alcançados e as expectativas deles e as minhas superadas.
Dias depois recebi um mail de uma das formandas que me deixou emocionada. Ela dizia:
“A minha experiência como formanda no curso de Formação Inicial Pedagógica de Formadores, nos últimos dois meses, permitiu-me experimentar um estado de satisfação pessoal completamente inesperado. Quando me falavam do curso e me incentivavam a participar, hesitei muito, pois sentia-me incapaz perante as minhas limitações pessoais. Sentia-me insegura sempre que tinha que falar em público e mesmo que dominasse o assunto, o nervosismo impedia-me de o demonstrar. Para o combater, fui caminhando com as bengalas da arrogância, da distância e do autoritarismo que apenas me afastavam do meu objectivo – construir relações de confiança.
À medida que os dias passavam e eu participava nas sessões de formação, quase sem me perceber, eu crescia interiormente; uma confiança e segurança interiores estranhas dominavam o meu quotidiano e fui-me questionando sobre o que estava a mudar em mim.
Lembro-me que as reuniões com os clientes começaram a fluir de outra forma, sentia-me capaz de os ouvir e de os aconselhar serenamente, mesmo quando tinha que lhes transmitir soluções e informações para as quais eles não estariam preparados.
Com a família e com os amigos percebi que tudo depende da nossa “disponibilidade para o outro” e que se estivermos disponíveis, seremos muito mais felizes e muito mais úteis.
Tudo isto, eu fui apreendendo durante o curso de Formação Inicial Pedagógica de Formadores e embora sem consciência de que o trabalho que estávamos a desenvolver tinha na sua base a PNL, foram nos sendo sugeridos conceitos e técnicas, que nos aproximavam desse processo e pudemos perceber que a mente, o corpo e a linguagem operam entre si para criar a representação intelectual que cada indivíduo tem do mundo e que essa representação pode ser alterada utilizando métodos e técnicas, visando principalmente o desenvolvimento pessoal.”
Afinal, tudo não passava de crenças!
12 julho 2008
Anthony Robbins @ TED
Anthony Robbins: "Por que fazemos aquilo que fazemos, e como nós podemos fazê-lo melhor"
Música e Dança para uma velhice mais saudável
11 julho 2008
Liderança e os Níveis Neurológicos

O Líder Guia dá apoio a sua Empresa com respeito ao ambiente no qual as mudanças estão a ocorrer. Neste nível, o Líder Guia ajuda a Empresa a identificar as oportunidades e os limites no ambiente. Como isto é uma questão de percepção, um Líder Guia também pode trabalhar suposições que a Empresa tenha a respeito do ambiente ao seu redor. Um Líder Guia pode estar fisicamente no ambiente da Empresa no momento de seu desempenho e sua própria presença pode servir como um estímulo e âncora positiva.
O Líder Treinador (Comportamentos)
O Líder Treinador - o estilo mais tradicional do Líder - foca os comportamentos e o desempenho. Procura-se criar consciência dos recursos e habilidades que produzem uma boa performance. O Líder Treinador faz uma observação cuidadosa dos resultados da Empresa, dando feedback. O Líder Treinador dá dicas e orientação em relação a como melhorar em contextos e situações específicas.
O Líder Instrutor (Capacidades)
Ser um Líder Instrutor significa ajudar a Empresa a desenvolver habilidades cognitivas, visando aumentar competências e um pensamento estratégico e eficaz relativo a uma aprendizagem desejada. O foco está mais em habilidades gerais, em vez de uma "performance" específica em situações específicas. Assim, o Líder Instrutor ajuda a Empresa a desenvolver novas estratégias de pensar e agir. A ênfase está mais em aprendizagem nova do que em um refinamento de desempenho já realizado.
O Líder Mentor (Crenças e Valores)
Um Líder Mentor guia a Empresa a descobrir suas competências inconscientes e superar resistências e interferências internas e externas, especialmente por acreditar, profundamente, no potencial da pessoa individualmente e validar suas intenções positivas. Mentores acabam moldando e influenciando crenças e valores de maneira positiva, muito através de "ressonância", liberando e desvelando a sabedoria interna da sua Empresa, frequentemente através do seu próprio exemplo. É comum o Líder Mentor transformar-se em uma parte integrada da sua Empresa, de modo que sirva quando está presente, fisicamente, e também nos momentos em que está presente na mente e no coração dos seus colaboradores. As pessoas naturalmente levam dentro de si mesmos seus "mentores internos" como conselheiros para toda a vida, para guiá-las em várias situações.
O Líder Patrocinador (Identidade)
O Líder Patrocinador relaciona-se com a sua Empresa reconhecendo e validando (vendo e abençoando) a sua essência e/ou identidade. Este processo envolve a busca e guarda de potencial dentro de outros, focando o desenvolvimento de identidade e valores fundamentais. A eficácia do Líder Patrocinador vem do seu compromisso em promover algo que já está dentro da pessoa, porém ainda não expresso plenamente. A comunicação do Líder Patrocinador está repleta de mensagens do tipo: Você existe. Vejo-te. Você é valioso. Você é importante, especial e único. Você é bem-vindo. Você pertence a este lugar. Você tem algo para contribuir. Um bom Líder Patrocinador cria condições e contextos para que a sua Empresa possa agir, crescer e prosperar.
Aquele que desperta (Visão e Espiritualidade)
O Líder é "aquele que desperta" e vai além dos níveis anteriores, para incluir visão, missão e espírito. O seu apoio visa a criação de contextos e experiências que trazem à tona o melhor da sua Empresa em termos de compreensão, de amor, "self" e espírito. O Líder que actua como "aquele que desperta" consegue este efeito com as pessoas através de sua própria integridade e congruência. Ao estar em contacto profundo com sua visão e missão, o Líder desperta na sua Empresa, em cada um, este contacto profundo com a própria visão e missão.
09 julho 2008
O Sistema
08 julho 2008
Superação
Em menos de quatro meses, Paul Potts viu a sua vida sofrer uma alteração abismal, ao surpreender o júri e o público do programa televisivo britânico “Britain’s Got Talent” de Simon Cowell e a ganhar o famoso concurso. Todavia, o prémio maior seria a projecção do seu talento numa escala inimaginável, lançando-o de forma meteórica no mundo discográfico, com o lançamento do seu álbum de estreia «One Chance» a 16 de Julho de 2007 (um mês após a vitória do concurso).
01 julho 2008
Liderar com mestria é a arte de ser um Líder-Coach

Profissional multidisciplinar, capaz de falar a linguagem de seus colaboradores, fornecedores, dos clientes e accionistas. Deve enxergar oportunidades onde se mostra o caos, ser ágil como um lince e certeiro como a águia. Será que é possível desenvolver uma poção mágica em que várias características de liderança são colocadas em um receptáculo e ao dizer palavras de ordem como: “pirilim pim pim eu quero um líder assim” moderno, motivado, humilde, disponível, flexível, comprometido e envolvido etc, etc... vai aparecer um líder? a resposta é Não.
Até 1950 pesquisas científicas atestavam que o líder já nascia pronto para liderar. Ele tinha as seguintes características: carisma, autoconfiança, ambição, integridade entre outras. Para nossa sorte este conceito é um mito. A evolução do estilo de liderança abriu portas para quem quer ser líder, habilidades e características se aprende na prática. Querer é o primeiro princípio para se tornar um líder moderno, um Líder-Coach.
Liderar é ter a capacidade de influenciar por meio de poder e autoridade, conhecimento, comunicação e visão. É ser capaz de perceber imediatamente as mudanças no cenário global e alinhar suas estratégias conforme expectativas dos accionistas, clientes, fornecedores e colaboradores. Verdadeiros líderes transformam o caos em oportunidades de crescimento, enquanto o líder comum cria desculpas para o fracasso.
Ao assumir a postura de um Líder-coach, liderar ganha um novo significado. Resgata-se valores e crenças adquiridos desde a infância com os pais, mestres e amigos. Experiências acumuladas ao longo da vida fortalecem a autoconfiança, uma característica fundamental para ganhar o apoio dos liderados ou seguidores ao expor ideias.
Ser um líder-coach pressupõe-se que saber ouvir e ter a percepção de como as outras pessoas funcionam é a chave para identificar os diferentes perfis de sua equipe. Uma vez mapeados todos os perfis, ele saberá quais estratégias utilizar para potencializar as habilidades individuais e formar o time de alta performance. Aprender a lidar com as diferenças possibilita extrair o que há de melhor em cada um e , consequentemente, conseguir resultados fantásticos.
Com o seu optimismo, esse Líder-Coach é capaz de inspirar as pessoas a se comprometerem e se envolverem com os objetivos da empresa e também com os seus próprios sonhos e ideais de líder.
Para atingir esse nível de liderança, o auto conhecimento é primordial e isto se adquire permitindo-se uma viagem interior, em que possa questionar suas crenças e valores e entender quais são fortalecedores e quais o enfraquecem em direcção a sua meta maior. Como dizia Sócrates “conheça-te a ti mesmo”. O Líder-Coach é líder de si mesmo.
“Se você quer obter resultados diferentes, faça algo diferente”.
30 junho 2008
Como Ser Feliz... Apesar dos Pesares

(Donald R. Marques)
As pessoas felizes sentem-se bem a respeito de si mesmas, possuem uma elevada auto-estima, autocontrole e são expansivas. As características marcantes das pessoas felizes são o otimismo e a esperança. Elas acreditam que as coisas vão dar certo. As pessoas felizes assumem a responsabilidade pela sua vida, o que tende a melhorar a sua saúde e seu estado de espírito.
É claro que nem mesmo as pessoas felizes são felizes o tempo todo. Uma abordagem alegre e feliz à vida requer que você entenda que toda vida possui sua parcela de aflição. Ser feliz não significa exibir um sorriso permanente. Os planos nem sempre funcionam, todo mundo tem os seus dias desfavoráveis, e as pessoas próximas a você se machucam e até mesmo morrem. Ser feliz simplesmente significa que você esta basicamente satisfeito com a sua vida e os seus relacionamentos, que está tendo um boa dose de alegria. As pessoas felizes aproveitam a vida e aceitam os momentos difíceis com uma atitude “para cima”. Como disse certa vez o escritor Thomas La Mance: “A vida é o que nos acontece enquanto estamos fazendo outros planos”.
Se você não é essencialmente uma pessoa feliz, pense nas seguintes sugestões para aumentar a sua felicidade, algumas das quais se baseiam no trabalho de David Meyers, psicólogo e professor do Hope College em Holland, no Estado de Michigan:
Faça exercícios e tenha uma alimentação saudável. Quanto melhor você se sentir fisicamente, maiores as suas chances de se divertir na vida. É difícil, e talvez impossível, você se sentir emocionalmente “para cima” se estiver cansado e esgotado.
Relaxe com frequência. Você reduzirá o stress e equilibrará o espírito.
Durma o suficiente. O seu corpo precisa da “recarga” que o sono proporciona. Não passe a perna em si mesmo; você não ficará em sua melhor forma.
Desenvolva relacionamentos próximos. Compartilhe amor e sentimentos positivos. Somos seres sociais e não vivemos muito bem no vácuo.
Identifique suas convicções. Declare com firmeza as suas convicções e o seu relacionamento com Deus ou com o se Eu Superior. Aja de acordo com suas convicções.
Veja a vida e você mesmo a partir de uma perspectiva sensata e razoável. Não transforme os problemas em catástrofes e nem tenha uma reação excessiva diante das preocupações do dia-a-dia.
Seja optimista. O que você tem a perder se esperar que as coisas dêem certo?
Cultive o respeito mútuo. Você não pode esperar que os outros o respeitem se não tiver respeito por si mesmo. Ao mesmo tempo, respeite os outros. Compreenda que todo mundo, inclusive você, merece ser respeitado.
Sinta orgulho do seu trabalho. Compreenda que o trabalho de cada pessoa, não importa a tarefa desempenhada, representa uma contribuição à sociedade.
Estabeleça metas e expectativas realistas. O que você pode razoavelmente esperar de um determinado empreendimento ou situação?
Descubra actividades divertidas e dedique-se regularmente a elas.
"VIVA TUDO QUE PODE AGORA, PORQUE VIVER É A ÚNICA COISA QUE VOCE NÃO PODE DEIXAR PARA DEPOIS"
Jair Moretti – Consultor de Empresas (Sócio-Diretor da SCM-RH) – Master e Trainer em PNL
Superação



