17 julho 2008

Os 6 Chapéus do Pensamento


Joana Sousa
«Era uma vez uma organização como tantas outras, onde o sentimento comum era o de descoordenação e de falta de comunicação. Do topo à base, todos se sentiam algo descontentes com o trabalho efectuado. Conheciam os objectivos e os resultados pretendidos, mas sentiam que o «como» não era bem conseguido.
Como chegar lá? Como rentabilizar o meu tempo? As reuniões? Estas eram provas difíceis e o exemplo manifesto dos obstáculos de comunicação que existiam.
O director estava consciente do problema e decidiu de uma vez por todas lidar e procurar a solução. Andava há tempo demais a pensar no problema.
Um dia o seu filho chegou a casa com um pequeno cartaz intitulado «Seis Chapéus do Pensamento». Curioso, indagou junto do filho o que seria aquilo.
«São chapéus que nos ajudam a pensar melhor, a pensar melhor com a cabeça!» - respondeu o filho. O director resolveu procurar mais informação sobre esses chapéus. Indicaram que tal técnica ou ferramenta tinha utilidade não só para ajudar o seu filho a pensar, mas também na sua organização.
Começou por frequentar uma formação em conjunto com a sua equipa de trabalho mais directa. Experimentaram a técnica em âmbito de reunião. Viram resultados. Sentiram o tempo a rentabilizar.
No final de seis meses todas as equipas dominavam a linguagem dos chapéus. Aí foi mais fácil utilizar a técnica e propor que o próximo projecto fosse concebido sobre a égide dos «chapéus que ajudam a pensar». Contaram com o apoio de um consultor especializado, para os ajudar a «colocar e a tirar os chapéus», conforme fosse necessário.»

A técnica dos seis chapéus tem sido utilizada nos mais diversos âmbitos: condução de reuniões, recrutamento e selecção, avaliação de desempenho, formação, educação, liderança e gestão de quipas, técnicas de vendas, atendimento, entre outros… e um pouco por todo o mundo. O seu criador, Edward de Bono, construiu esta ferramenta que permite a identificação da linha de pensamento de forma simbólica (seis chapéus de cores diferentes), de um modo simples.

Chapéu branco: os dados, a informação
Chapéu vermelho: as emoções, os sentimentos
Chapéu amarelo: as forças e as oportunidades
Chapéu preto: as fraquezas e as ameças
Chapéu verde: as ideias novas
Chapéu azul: a organização

13 julho 2008

Einstein


"A imaginação é mais importante que o conhecimento.

Conhecimento auxilia por fora, mas só o amor socorre por dentro.

Conhecimento vem, mas a sabedoria tarda."

Einstein
Enviado por JoanaRSSousa - http://joanarssousa.blogspot.com/

A próxima fronteira

Prospectando uma nova e solidária economia mundial, o ex- presidente dos Estados Unidos Bill Clinton lançou recentemente o livro intitulado Dar [Giving no original, já traduzido em Portugal como Dar, mas ainda não publicado no Brasil], em que reformula o sentido do ato de “dar” como algo que embute uma relação custo–benefício positiva para todos e, assim, oferece um olhar inspirador sobre como cada um de nós pode mudar o mundo. Antes disso, o escritor argentino Jorge Luis Borges também havia mostrado que “dar” é o que importa, ao pedir que se lançassem pérolas aos porcos. No meio empresarial, será que não lidaremos com a mesma lógica neste novo milênio? Não será o ato de dar que nos fará crescer e lucrar mais, como empresas e como humanidade? Diante disso, e longe de qualquer juízo de grandeza moral, coloquei a mim uma questão que pode parecer extravagante para muitos: o que os marketeers podem aprender com os doadores em geral, e particularmente com aqueles que ajudam os que vivem nas ruas [os sem-teto]? Por exemplo, qual sua motivação para dar? Qual seu retorno? Será que isso poderá nspirar os marketeers? Haverá de inspirar as lideranças das organizações de negócios?Minha grande descoberta foi a de que, nas ruas, a economia depende principalmente do conceito de interdependência.Essa idéia implica que todos são, ao mesmo momento, provedores e tomadores, clientes fornecedores. Apenas são outros os valores agregados: o afeto inclusivo, a proximidade real, a confiança mútua, a segurança capaz de granjear a paz interior.Assim, logo percebi que receber tais benefícios também são a motivação e a recompensa de quem os dá.Como esse conceito se transportaria para o ambiente empresarial? Creio que no surgimento de um novo conceito de marketing relacional: o marketing interdependente. Ele se baseia num aspecto verdadeiramente inovador o fato de que todos devem ganhar numa relação, e não apenas os diretamente envolvidos. A matemática, a química e a física há muitas décadas con-seguiram provar que na natureza tudo está interligado e é interdependente.Como poderiam as empresas e o marketing escapar dessa realidade? Acredito que o marketing terá cada vez mais a aprender com a natureza, ela própria interdependente, e menos com a civilização.Para a gestão de marketing na prática, isso significará a passagem de um marketing relacional com enfoque em parcerias estratégicas para a fundação de um marketing de comunidades, em que cada um contribui individualmente, não competindo nem cooperando, mas interdependendo.As empresas deixarão de se ocupar em produzir e comercializar bens e serviços? Não. Mas permearão essa prática com outras baseadas na interdependência. Eis algumas projeções do que pode vir a ocorrer no ambiente corporativo transformado pela interdependência:
• Em todas as etapas de produção, desde a aquisição de matérias-primas, gestores e funcionários serão orientados a desenvolver e priorizar as “ferramentas” do afeto inclusivo, da confiança mútua, da segurança capaz degranjear a paz interior. Os elos da cadeia de fornecimento se transformarão em comunidades interdependentes.
• O mesmo acontecerá em todas as etapas de comercialização e chegada ao mercado: canais de vendas e consumidores finais se converterão em comunidades.
• As empresas até poderão doar um número de horas remuneradas a seus funcionários para que cultivem o relacionamento com essas novas comunidades.
• O lucro continuará a existir, é claro, mas também será utilizado para recompensar o comportamento interdependente e para cuidar das comunidades.

Embora a espiritualidade dos negócios não deva jamais ser confundida com uma perspectiva religiosa, é interessante notar a disseminação ecumênica da idéia de “dar”, vista como forma de participar na construção de um mundo no qual todos tenham lugar. Trata-se de um sentimento universal que aparece em diferentes credos, como explica Paulo Vieira de Castro:

• Para os judeus, a caridade é responsabilidade da comunidade.
• Para os católicos, toda a humanidade tem direito ao usufruto dos bens.

• O mundo islâmico dá o exemplo com a prática do zakah, a obrigação de entregar 2,5% do lucro aos mais pobres –para os muçulmanos, só a caridade purifica o lucro obtido.

• Para os hindus, o homem veio ao mundo de mãos vazias, regressando sempre de mãos vazias, e dar é, para eles, a única forma de purificação, pois só as ações filantrópicas darão bom carma.

• Para os budistas, o desapego aos bens materiais é o que faz com que qualquer ação tenhacomo intenção gerar felicidade aos outros e a si próprio.

Se um gestor quiser entender de forma completa a idéia da interdependência nos negócios, terá de voltar à necessidade primária do ser humano: a auto-realização.
Diferentemente da idéia propagada pela sociedade do conhecimento, em que se mostra fundamental “conhecer”, a proposta central passará a ser “auto-realizar-se”.
Admito que não é fácil mudar a lógica, sobretudo nas sociedades ocidentais. É preciso desapegar-se um pouco de nossa sociedade atual para compreender esta frase:

“Tudo que dei é meu, continua comigo. Tudo que restará no final será o que compartilhei”.

Será possível ter esse sentimento em relação ao que simplesmente compramos ou vendemos?

Madre Teresa de Calcutá afirmava que, “quanto menos temos, mais temos para dar”, e na rua vemos isso claramente. Basta comparar o impacto que tem sobre nós um sorriso ou um abraço sincero com o impacto do consumo, que gera satisfação fugaz e temporária. Para que isso aconteça no meio corporativo, contudo, talvez sejam ne cessários às empresas uma nova transparência de propósitos, novos valores e um novo enfoque relacional, traduzidos na criação de comunidades de proximidade real.
Uma nova consciência para o mundo dos negócios terá, necessariamente, de passar pela responsabilidade de, como diria Mahatma Gandhi, sermos o exemplo que queremos ver nos outros. Mais uma vez usa mos o verbo “dar” – nesse caso, dar o exemplo. Por onde começar tamanha transformação nas empresas?, perguntará o leitor. Acreditar ser possível é o primeiro passo. Acreditar que você é parte da solução, o segundo.
Entender que você é também parte do problema, o terceiro. O resto você já sabe. A esse respeito, Max Planck, um dos “pais” da física quântica, afirmou que à entrada dos portões do templo da ciência estão escritas as palavras: “Deves ter fé”. Ter fé talvez não seja crer no que não vemos, mas criar o que não vemos. A realidade que se vive nas ruas fez-me antecipar, ainda, o próximo passo, uma nova doutrina econômica aparentada a um capitalismo empreendedor elevado a seu expoente máximo de responsabilidade inclusiva. Nele, assim como na natureza, assistiremos ao retorno à natural evolução criativa, em que nos descobriremos todos maiores que a soma das partes. Além de jo garmos com a idéia de interdependência, passaremos a reconhecer no fator “impermanência” uma variável estratégica de oportunidade, cabendo à alta gestão potencializá-la, em vez de isolá-la como a uma bactéria nociva. Perante uma humanidade que se debate entre os anseios de uma nova consciência nos negócios e buscas individuais de um sentido mais amplo para a existência, confrontamo-nos com novos ideais de espiritualidade. Só esta parece ser capaz de despertar o princípio organizador, totalizador, inte grador de todas as potencialidades humanas. Como poderia ser diferente nas relações de consumo? Tudo na vida é uma doce responsabilidade, não mero jogo de sorte ou azar. Esse é um entendimento que, desde meados dos anos 80, vem dando origem à figura do gestor servidor. Aristóteles, que nunca leu um livro de administração de empresas em sua vida, já sabia que somos aquilo que fazemos repetidamente. A excelência não é um ato, mas um hábito. O que falta então para romper com algumas de nossas rotinas? Acreditar que, além de desejável, é possível. Seguindo a máxima de São Francisco de Assis, deveremos começar por fazer o que é ne- cessário, depois fazer o possível, e logo estaremos fazendo o impossível. Entre aqueles que cuidam de quem vive na rua, muitos já perceberam que obedecem, agora, a novos paradigmas: o da interdependência e o do dar. A onda criada [na Europa e nos EUA] com movimentos como o Free Hugs (o nome, abraços grátis, é auto-explicativo) ou o Banco de Tempo (que prega a simples troca de tempo por tempo) veio a provar exatamente isso. Está, pois, lançado o mais nobre desafio aos marketeers: a gratuidade –ou, como dizemos cá em Portugal, a gratuitidade.

Fonte: HSM Management Update nº 57 - Junho 2008
http://www.markgerenciamento.com/informativo1.php

Artigo enviado por JoanaRSSousa- http://joanarssousa.blogspot.com/

Pensamentos

"Somos feitos de emoções, basicamente todos nós estamos procurando por emoções, é apenas uma questão de encontrarmos a maneira com que devemos vivenciá-las."

"No que diz respeito ao desempenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem-feita ou não faz."

Ayrton Senna

E tudo não passava de crenças!

Teresa Amorim
Há algum tempo atrás fui convidada a ministrar uma acção do curso Formação Pedagógica Inicial de Formadores com 110 horas de duração.
Esta é uma área em que estou à vontade e que gosto muito de trabalhar.
Nessa época eu já tinha feito o Practitioner e estava quase a concluir o Master em Programação Neurolinguística. Já tinha integrado os conhecimentos do Practitioner e estava a aprender novas técnicas no Master.
Por acreditar no extraordinário potencial que a PNL possui enquanto ferramenta do desenvolvimento do potencial humano, resolvi que iria introduzir alguns conceitos e técnicas da PNL na formação que iria ministrar.
Quando recebi a lista dos participantes do curso, vi que seria um grupo homogéneo. O grupo era constituído por 11 profissionais de diversas áreas (arquitectura, direito, biologia, psicologia, engenharia alimentar, letras, recursos humanos) e com idades que variavam entre os 22 e os 54 anos.
Desde o início acreditei no potencial do grupo, mesmo antes do 1º dia de formação eu acreditei que iríamos formar um sistema equilibrado. Que o processo de ensino-aprendizagem iria fluir naturalmente e que eu também iria aprender muito com eles.
E assim, com esta crença positiva eu iniciei o curso. Desde o começo consegui estabelecer um bom rapport com grupo e a formação foi fluindo naturalmente.
Comecei a introduzir alguns conceitos e pressupostos ao longo do meu discurso e o grupo gostava e perguntava o significado. Fui explicando sem dizer que era PNL.
Quando abordei a importância do planeamento na formação eu utilizei a Estratégia de Criatividade Disney e foi simplesmente genial. Me vi diante de 11 Walt Disneys! O grupo participou activamente e deu um show de criatividade. No final da sessão tínhamos reunido projectos de formação incríveis.
Eu estava muito motivada porque estava a ver, sentir e ouvir a evolução que os meus formandos estavam a ter com a ajuda da PNL.
Nessa época eu ainda estava fazendo o Master e numa das sessões partilhei com o grupo os resultados que estava a conseguir com a PNL na formação. Contei da magia que estava acontecendo a cada sessão e como especificamente eu estava utilizando a PNL, quais as técnicas que eu tinha adequado aos conteúdos das sessões. O grupo ouviu com entusiasmo e elogiou o meu trabalho. O meu entusiasmo e paixão pela PNL foram contagiantes para quase todo o grupo. Digo quase, porque houve uma pessoa que me perguntou: “Mas você está a dar um curso de Formação de Formadores ou um curso de PNL?” Ouvi a questão, não gostei mas tentei ver a intenção positiva. No mapa daquela pessoa a PNL e a formação que eu estava a dar eram coisas distintas e ela não conseguia entender o que eu estava fazendo. Conclui que se tratava de uma crença limitante dessa pessoa.
Continuei acreditando no poder da PNL e fui “turbinando” as sessões do curso com as técnicas da PNL.
Depois da autoscopia inicial fiz um trabalho de levantamento do sistema de crenças e conseguimos trabalhar as crenças limitantes, substituindo-as por crenças fortalecedoras. Não mais ouvia ninguém do grupo dizer: “Eu não consigo falar em público”, “Não tenho jeito para isso..”
Era mágico ouvir os meus formandos nos debates a dizer: “No meu mapa..”, “ Nós já possuímos todos os recursos que precisamos para…”
O feedback que eu recebia deles era bastante positivo. Uma formanda disse-me que os seus amigos e familiares já notavam a diferença e que ela sentia-se mais confiante até no trabalho. Tudo isso só contribuía para fortalecer a minha crença na PNL.
Nas autoscopias finais os meus formandos deram um show de confiança, empenho e as performances pedagógicas foram muito boas.
Encerramos o curso em grande, com os objectivos alcançados e as expectativas deles e as minhas superadas.
Dias depois recebi um mail de uma das formandas que me deixou emocionada. Ela dizia:
“A minha experiência como formanda no curso de Formação Inicial Pedagógica de Formadores, nos últimos dois meses, permitiu-me experimentar um estado de satisfação pessoal completamente inesperado. Quando me falavam do curso e me incentivavam a participar, hesitei muito, pois sentia-me incapaz perante as minhas limitações pessoais. Sentia-me insegura sempre que tinha que falar em público e mesmo que dominasse o assunto, o nervosismo impedia-me de o demonstrar. Para o combater, fui caminhando com as bengalas da arrogância, da distância e do autoritarismo que apenas me afastavam do meu objectivo – construir relações de confiança.
À medida que os dias passavam e eu participava nas sessões de formação, quase sem me perceber, eu crescia interiormente; uma confiança e segurança interiores estranhas dominavam o meu quotidiano e fui-me questionando sobre o que estava a mudar em mim.
Lembro-me que as reuniões com os clientes começaram a fluir de outra forma, sentia-me capaz de os ouvir e de os aconselhar serenamente, mesmo quando tinha que lhes transmitir soluções e informações para as quais eles não estariam preparados.
Com a família e com os amigos percebi que tudo depende da nossa “disponibilidade para o outro” e que se estivermos disponíveis, seremos muito mais felizes e muito mais úteis.
Tudo isto, eu fui apreendendo durante o curso de Formação Inicial Pedagógica de Formadores e embora sem consciência de que o trabalho que estávamos a desenvolver tinha na sua base a PNL, foram nos sendo sugeridos conceitos e técnicas, que nos aproximavam desse processo e pudemos perceber que a mente, o corpo e a linguagem operam entre si para criar a representação intelectual que cada indivíduo tem do mundo e que essa representação pode ser alterada utilizando métodos e técnicas, visando principalmente o desenvolvimento pessoal.”


Afinal, tudo não passava de crenças!

12 julho 2008

Anthony Robbins @ TED

Anthony Robbins: "Por que fazemos aquilo que fazemos, e como nós podemos fazê-lo melhor"

Música e Dança para uma velhice mais saudável




A música e a dança ajudam idosos a superar traumas e a ter uma vida mais saudável.
Um grupo da terceira idade experimentam o hip hop e mostram que idade não é sinônimo de limitação.
Fonte: Programa Globo Repórter - Rede Globo - Brasil

11 julho 2008

Liderança e os Níveis Neurológicos



O Líder Guia (Ambiente)
O Líder Guia dá apoio a sua Empresa com respeito ao ambiente no qual as mudanças estão a ocorrer. Neste nível, o Líder Guia ajuda a Empresa a identificar as oportunidades e os limites no ambiente. Como isto é uma questão de percepção, um Líder Guia também pode trabalhar suposições que a Empresa tenha a respeito do ambiente ao seu redor. Um Líder Guia pode estar fisicamente no ambiente da Empresa no momento de seu desempenho e sua própria presença pode servir como um estímulo e âncora positiva.

O Líder Treinador (Comportamentos)
O Líder Treinador - o estilo mais tradicional do Líder - foca os comportamentos e o desempenho. Procura-se criar consciência dos recursos e habilidades que produzem uma boa performance. O Líder Treinador faz uma observação cuidadosa dos resultados da Empresa, dando feedback. O Líder Treinador dá dicas e orientação em relação a como melhorar em contextos e situações específicas.

O Líder Instrutor (Capacidades)
Ser um Líder Instrutor significa ajudar a Empresa a desenvolver habilidades cognitivas, visando aumentar competências e um pensamento estratégico e eficaz relativo a uma aprendizagem desejada. O foco está mais em habilidades gerais, em vez de uma "performance" específica em situações específicas. Assim, o Líder Instrutor ajuda a Empresa a desenvolver novas estratégias de pensar e agir. A ênfase está mais em aprendizagem nova do que em um refinamento de desempenho já realizado.

O Líder Mentor (Crenças e Valores)
Um Líder Mentor guia a Empresa a descobrir suas competências inconscientes e superar resistências e interferências internas e externas, especialmente por acreditar, profundamente, no potencial da pessoa individualmente e validar suas intenções positivas. Mentores acabam moldando e influenciando crenças e valores de maneira positiva, muito através de "ressonância", liberando e desvelando a sabedoria interna da sua Empresa, frequentemente através do seu próprio exemplo. É comum o Líder Mentor transformar-se em uma parte integrada da sua Empresa, de modo que sirva quando está presente, fisicamente, e também nos momentos em que está presente na mente e no coração dos seus colaboradores. As pessoas naturalmente levam dentro de si mesmos seus "mentores internos" como conselheiros para toda a vida, para guiá-las em várias situações.

O Líder Patrocinador (Identidade)
O Líder Patrocinador relaciona-se com a sua Empresa reconhecendo e validando (vendo e abençoando) a sua essência e/ou identidade. Este processo envolve a busca e guarda de potencial dentro de outros, focando o desenvolvimento de identidade e valores fundamentais. A eficácia do Líder Patrocinador vem do seu compromisso em promover algo que já está dentro da pessoa, porém ainda não expresso plenamente. A comunicação do Líder Patrocinador está repleta de mensagens do tipo: Você existe. Vejo-te. Você é valioso. Você é importante, especial e único. Você é bem-vindo. Você pertence a este lugar. Você tem algo para contribuir. Um bom Líder Patrocinador cria condições e contextos para que a sua Empresa possa agir, crescer e prosperar.

Aquele que desperta (Visão e Espiritualidade)
O Líder é "aquele que desperta" e vai além dos níveis anteriores, para incluir visão, missão e espírito. O seu apoio visa a criação de contextos e experiências que trazem à tona o melhor da sua Empresa em termos de compreensão, de amor, "self" e espírito. O Líder que actua como "aquele que desperta" consegue este efeito com as pessoas através de sua própria integridade e congruência. Ao estar em contacto profundo com sua visão e missão, o Líder desperta na sua Empresa, em cada um, este contacto profundo com a própria visão e missão.

Próxima Sessão


Local: Rua Padre Américo, 19D - sala D, Telheiras

09 julho 2008

O Sistema

Nenhum homem é uma ilha;
qualquer homem é uma parte do todo.
A morte de qualquer homem me diminui,
porque faço parte da humanidade;
assim, nunca procures saber por quem dobram os sinos: eles dobram por ti.
JOHN DONNE

08 julho 2008


Tente mover o mundo

o primeiro passo

será mover a si mesmo.

Platão

Superação

Ninguém conseguiria ficar indiferente a esta voz e a esta humildade, senão vejam ou revejam…



Em menos de quatro meses, Paul Potts viu a sua vida sofrer uma alteração abismal, ao surpreender o júri e o público do programa televisivo britânico “Britain’s Got Talent” de Simon Cowell e a ganhar o famoso concurso. Todavia, o prémio maior seria a projecção do seu talento numa escala inimaginável, lançando-o de forma meteórica no mundo discográfico, com o lançamento do seu álbum de estreia «One Chance» a 16 de Julho de 2007 (um mês após a vitória do concurso).
Fonte:Blogue por outras palavras

01 julho 2008

Liderar com mestria é a arte de ser um Líder-Coach


Noscilene Santos

Em tempos de mudanças constantes e velozes profissionais que ocupam posição de líderes são desafiados a assumirem responsabilidades além daquelas constantes em seus contratos de trabalho. Actualmente não basta ser graduado e falar um idioma além da língua pátria, é exigido muito mais.
Profissional multidisciplinar, capaz de falar a linguagem de seus colaboradores, fornecedores, dos clientes e accionistas. Deve enxergar oportunidades onde se mostra o caos, ser ágil como um lince e certeiro como a águia. Será que é possível desenvolver uma poção mágica em que várias características de liderança são colocadas em um receptáculo e ao dizer palavras de ordem como: “pirilim pim pim eu quero um líder assim” moderno, motivado, humilde, disponível, flexível, comprometido e envolvido etc, etc... vai aparecer um líder? a resposta é Não.
Até 1950 pesquisas científicas atestavam que o líder já nascia pronto para liderar. Ele tinha as seguintes características: carisma, autoconfiança, ambição, integridade entre outras. Para nossa sorte este conceito é um mito. A evolução do estilo de liderança abriu portas para quem quer ser líder, habilidades e características se aprende na prática. Querer é o primeiro princípio para se tornar um líder moderno, um Líder-Coach.
Liderar é ter a capacidade de influenciar por meio de poder e autoridade, conhecimento, comunicação e visão. É ser capaz de perceber imediatamente as mudanças no cenário global e alinhar suas estratégias conforme expectativas dos accionistas, clientes, fornecedores e colaboradores. Verdadeiros líderes transformam o caos em oportunidades de crescimento, enquanto o líder comum cria desculpas para o fracasso.
Ao assumir a postura de um Líder-coach, liderar ganha um novo significado. Resgata-se valores e crenças adquiridos desde a infância com os pais, mestres e amigos. Experiências acumuladas ao longo da vida fortalecem a autoconfiança, uma característica fundamental para ganhar o apoio dos liderados ou seguidores ao expor ideias.
Ser um líder-coach pressupõe-se que saber ouvir e ter a percepção de como as outras pessoas funcionam é a chave para identificar os diferentes perfis de sua equipe. Uma vez mapeados todos os perfis, ele saberá quais estratégias utilizar para potencializar as habilidades individuais e formar o time de alta performance. Aprender a lidar com as diferenças possibilita extrair o que há de melhor em cada um e , consequentemente, conseguir resultados fantásticos.
Com o seu optimismo, esse Líder-Coach é capaz de inspirar as pessoas a se comprometerem e se envolverem com os objetivos da empresa e também com os seus próprios sonhos e ideais de líder.
Para atingir esse nível de liderança, o auto conhecimento é primordial e isto se adquire permitindo-se uma viagem interior, em que possa questionar suas crenças e valores e entender quais são fortalecedores e quais o enfraquecem em direcção a sua meta maior. Como dizia Sócrates “conheça-te a ti mesmo”. O Líder-Coach é líder de si mesmo.
“Se você quer obter resultados diferentes, faça algo diferente”.
Noscilene Santos é Coach internacional certificada pelo International Association of Coaching Institutes e European Coaching Association. Graduada em Comunicação Social e Administração de empresas, especialização em Gestão empresarial.

30 junho 2008

Como Ser Feliz... Apesar dos Pesares


Vivemos em um mundo no qual as pessoas não sabem o que querem e estão dispostas a passar pelas piores coisas para consegui-lo.
(Donald R. Marques)

As pessoas felizes sentem-se bem a respeito de si mesmas, possuem uma elevada auto-estima, autocontrole e são expansivas. As características marcantes das pessoas felizes são o otimismo e a esperança. Elas acreditam que as coisas vão dar certo. As pessoas felizes assumem a responsabilidade pela sua vida, o que tende a melhorar a sua saúde e seu estado de espírito.

É claro que nem mesmo as pessoas felizes são felizes o tempo todo. Uma abordagem alegre e feliz à vida requer que você entenda que toda vida possui sua parcela de aflição. Ser feliz não significa exibir um sorriso permanente. Os planos nem sempre funcionam, todo mundo tem os seus dias desfavoráveis, e as pessoas próximas a você se machucam e até mesmo morrem. Ser feliz simplesmente significa que você esta basicamente satisfeito com a sua vida e os seus relacionamentos, que está tendo um boa dose de alegria. As pessoas felizes aproveitam a vida e aceitam os momentos difíceis com uma atitude “para cima”. Como disse certa vez o escritor Thomas La Mance: “A vida é o que nos acontece enquanto estamos fazendo outros planos”.

Se você não é essencialmente uma pessoa feliz, pense nas seguintes sugestões para aumentar a sua felicidade, algumas das quais se baseiam no trabalho de David Meyers, psicólogo e professor do Hope College em Holland, no Estado de Michigan:

Faça exercícios e tenha uma alimentação saudável. Quanto melhor você se sentir fisicamente, maiores as suas chances de se divertir na vida. É difícil, e talvez impossível, você se sentir emocionalmente “para cima” se estiver cansado e esgotado.

Relaxe com frequência. Você reduzirá o stress e equilibrará o espírito.

Durma o suficiente. O seu corpo precisa da “recarga” que o sono proporciona. Não passe a perna em si mesmo; você não ficará em sua melhor forma.

Desenvolva relacionamentos próximos. Compartilhe amor e sentimentos positivos. Somos seres sociais e não vivemos muito bem no vácuo.

Identifique suas convicções. Declare com firmeza as suas convicções e o seu relacionamento com Deus ou com o se Eu Superior. Aja de acordo com suas convicções.

Veja a vida e você mesmo a partir de uma perspectiva sensata e razoável. Não transforme os problemas em catástrofes e nem tenha uma reação excessiva diante das preocupações do dia-a-dia.

Seja optimista. O que você tem a perder se esperar que as coisas dêem certo?

Cultive o respeito mútuo. Você não pode esperar que os outros o respeitem se não tiver respeito por si mesmo. Ao mesmo tempo, respeite os outros. Compreenda que todo mundo, inclusive você, merece ser respeitado.

Sinta orgulho do seu trabalho. Compreenda que o trabalho de cada pessoa, não importa a tarefa desempenhada, representa uma contribuição à sociedade.

Estabeleça metas e expectativas realistas. O que você pode razoavelmente esperar de um determinado empreendimento ou situação?

Descubra actividades divertidas e dedique-se regularmente a elas.

"VIVA TUDO QUE PODE AGORA, PORQUE VIVER É A ÚNICA COISA QUE VOCE NÃO PODE DEIXAR PARA DEPOIS"

Jair Moretti – Consultor de Empresas (Sócio-Diretor da SCM-RH) – Master e Trainer em PNL

Superação


Superação é poder
fazer acontecer com
as ferramentas que
temos em mãos,
superação é trabalhar
da melhor forma possível
independente do que
pensem ou falem.
Superação é irmos
além do que os
outros acham que
somos capazes.

Enviado por Joana Sousa

27 junho 2008

Palavra do dia: Amor


Soneto da Fidelidade

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinícius de Moraes

O Menestrel

Performance Teatral: O Menestrel

Texto: Willian Shakespeare

Intérprete: Moacir Reis


Na infinidade da vida onde estou, tudo é Perfeito, pleno e completo.
Não escolho mais acreditar nas velhas carências e limitações.
Agora escolho começar a me ver como o Universo me vê: perfeito, pleno e completo.
A verdade do meu Ser é que fui criado perfeito, pleno e completo.
Eu agora sou perfeito, pleno e completo.
Sempre serei perfeito, pleno e completo.
Agora escolho viver minha vida a partir dessa compreensão.
Estou no lugar certo, na hora certa, fazendo o que é certo.
Tudo está bem no meu mundo.

Louise Hay

26 junho 2008

É verdade?

Louise Hay

A verdade é a parte imutável de mim

Tudo em que acreditamos torna-se verdade para nós. Se você sofreu um súbito desastre financeiro, é bem Possível que em algum nível você acredite que é indigno de ter dinheiro, encargos pesados e dívidas. Pode ser também que acredite que nada de bom pode durar muito, que a vida é sua inimiga ou, como OUÇO com tanta frequência, "Simplesmente não consigo vencer".
Se você parece incapaz de atrair um relacionamento, pode ser que acredite que "Ninguém me ama", ou sou indigno Talvez tema ser dominado como sua mãe era, ou pode ser que pense: "As pessoas só me magoam".
Se sua saúde é má, você pode acreditar que "A doença é comum na minha família" ou que você é uma vítima do clima.
A crença pode ser também: "Nasci para sofrer" ou "Sempre tenho alguma coisa".
Você pode também ter uma crença diferente, da qual nem mesmo esteja consciente. A maioria das pessoas não está e só vê as causas externas do acontecimento. Enquanto alguém não lhe mostra a ligação entre as experiências externas e os pensamentos internos, você continua sendo uma vítima da vida.
Seja qual for o problema, ele se origina num padrão de pensamento, e Padrões de pensamento podem ser modificados!
Esses Problemas com que lidamos e lutamos em nossas vidas podem dar a impressão de serem verdade, podem parecer verdade. No entanto, por mais difícil que seja a questão com que estamos lidando, ela é apenas o resultado externo ou o efeito de um padrão de pensamento interno.
Se você não sabe que pensamentos estão criando seus problemas, encontrou o lugar certo, pois este livro tem o objectivo de ajudá-lo a descobrir. Olhe para os problemas em sua vida.
Pergunte-se: Que tipo de pensamentos estou a ter para criar isto?
Se você se permitir sentar-se relaxadamente e fazer a si mesmo essa pergunta, sua inteligência interior lhe mostrará a resposta.

Trata-se apenas de uma crença que você aprendeu quando criança
Algumas coisas em que acreditamos são positivas e alimentadoras. Pensamentos assim são úteis a vida toda, como "Olhe para os dois lados antes de atravessar a rua".
Outros pensamentos são muito úteis no início, mas tornam-se inadequados à medida que vamos ficando mais velhos. "Não confie em estranhos" pode ser um bom conselho para uma criancinha. Todavia, para um adulto, continuar tendo essa crença apenas resultará na criação de isolamento e solidão.
Por que tão raramente nos sentamos e perguntamos a nós mesmos: "Isso é mesmo verdade?" Por exemplo, por que acredito em coisas como "Tenho dificuldade em aprender?"; "Isso é verdade para mim agora?"; "De onde veio essa crença?"; "Ser que ainda acredito nisso porque uma professora de primeiro grau me disse isso tantas vezes?"; "Não seria melhor eu me libertar dessa crença?"
Crenças como "Meninos não choram" e "Meninas não sobem em árvores" criam homens que escondem seus sentimentos e mulheres que têm medo de actividades físicas.
Se em criança lhe ensinaram que o mundo é um lugar assustador, tudo o que você ouvir que se ajusta a essa crença será aceito como verdade. O mesmo vale para "Não confie em estranhos". "Não saia de casa à noite" ou "Todos querem lhe passar a perna”.
Por outro lado, se no começo de nossa vida foi nos ensinado que o mundo é um lugar seguro, nossas crenças serão outras. Podemos facilmente aceitar que o amor está presente em todos os cantos, que as pessoas são afáveis e que sempre teremos o que precisamos.
Se em criança lhe ensinaram: "É tudo minha culpa" você andará por aí sempre se sentindo culpado, não importa o que aconteça. Sua crença o tornará alguém que está sempre dizendo: "Desculpe-me".
Se em criança você aprendeu a acreditar: "Eu não valho nada", essa crença sempre o manterá no fim da fila onde quer que esteja. Foi o que aconteceu na minha infância, quando não ganhei nenhum pedaço de bolo. Às vezes, quando outros deixam de notá-lo, você se sente invisível.
As circunstâncias de sua infância O ensinaram a acreditar: Ninguém me ama? Então, com toda a certeza, você é solitário suas amizades e relacionamentos têm curta duração.
Sua família o ensinou: "Não há o suficiente" - Tenho certeza de que você com frequência sente que a despensa está vazia, consegue ganhar apenas o bastante para sobreviver ou está sempre afundado em dívidas.
Tive um cliente que foi criado num lar onde acreditavam que tudo estava errado e só poderia piorar. Sua maior alegria era jogar ténis, mas um dia ele machucou o joelho. Foi a todos os médicos que conseguiu encontrar, mas o problema só piorava. Finalmente chegou ao ponto em que não pôde mais jogar.
Outro cliente, filho de um pastor de igreja, aprendeu quando criança que todas as outras pessoas tinham preferência antes deles, pois a família do pastor sempre deve ser a última atendida. Actualmente esse homem é óptimo em arranjar bons negócios para os seus clientes, mas em geral está cheio de dívidas, com pouco dinheiro no bolso. Sua crença ainda O faz ficar no último lugar da fila.

Louise Hay – Você pode curar sua vida

Me empresta a sua carteira?

Sam Jolen

Titulo estranho não? Fazer o que, eu precisava chamar sua atenção de alguma forma, e pode ter certeza que deu certo, afinal carteira é algo bastante pessoal, e até muitas vezes o ponto fraco de alguns. Pense quantas pessoas tem permissão de mexer na sua? Aposto que é um número pequeno, afinal, se você chega de surpresa, e encontra alguém revirando a sua carteira, aposto que ia ficaria com uma pulga atrás da orelha. Afinal é na carteira que guardamos nossos documentos, cartões de crédito, e principalmente o dinheiro.
Da mesma maneira, pergunto, você seria capaz (ou louco) de sair na rua agora, e entregar a sua carteira ao primeiro estranho que passasse? Poderia até dizer para o desconhecido: “será que você poderia segurar minha carteira um pouco? Eu já venho”. Aposto que se você tem um pouco de bom senso, com certeza não faria isso. Costumo usar bastante esse exemplo, e quando peço uma explicação do porque você não deixa sua carteira com uma pessoa qualquer na rua, costumo ouvir em 99% das vezes uma resposta mais ou menos assim: “como eu não conheço a pessoa, não posso confiar nela”
Provavelmente seja essa a sua resposta, e pode ter certeza que é a minha também. Afinal se minha mãe aparecesse segurando a minha carteira, não me importaria, pois não existe pessoa que eu possa conheça mais do que a minha mãe. A grande questão, é que de maneira alguma confiaria minha carteira a uma pessoa que eu nunca tenha visto antes, pelo simples motivo de que não posso confiar em alguém que não conheço. Essa é uma crença que pode ser desafiada facilmente, afinal você até pode encontrar ao acaso na multidão uma pessoa que seja boa e honesta, mas se você quer fazer o teste por conta e risco, vá em frente, mas com a sua carteira.
Talvez você esteja se perguntando nesse momento, “mas por que será que o Sam perderia o tempo dele escrevendo um artigo sobre emprestar carteira?” A grande verdade é que isso nada mais é do que uma grande metáfora sobre a vida. As pessoas são todas diferentes umas das outras, porem existe uma pergunta que ouço sempre, independente de onde esteja. É mais ou menos assim: “Sam, como eu faço para ter mais confiança?” ou algo como “Como eu posso ser mais seguro?”. Essa é uma grande dúvida de bilhares de pessoas no mundo todo, até mesmo eu já me perguntei isso varias vezes. E a melhor resposta que encontrei, por incrível que pareça tem a ver com a história da carteira.
Se você não confiaria nem a sua carteira a um estranho, quem dirá sua própria vida. E é exactamente isso que acontece, muitas vezes não somos seguros pois não nos conhecemos da maneira como deveria ser. E isso acaba gerando uma sensação de “entregar o controle da sua vida a um desconhecido”, mesmo que esse desconhecido seja você mesmo.
Pare e pense, será que você realmente se conhece como deveria? Pois é exactamente daí que a auto-segurança nasce. Quando nos conhecemos, sabemos quem somos e para onde estamos indo. Consequentemente passamos a agir de maneira muito mais confiante, tomando atitudes com muito mais facilidade e assumimos muito melhor os riscos e os desafios que surgem durante o caminho. Parece um bonito discurso, mas é exactamente essa a chave para a conquista.
Resumindo, a maneira de ser uma pessoa mais segura e tomar decisões com mais confiança, nada mais é do que se conhecer melhor, deixando de ser um estranho para si próprio, e passando a ser alguém que você sabe como irá reagir diante das mais diversas situações. A pergunta que surge agora é: “Como posso fazer para me conhecer melhor?”, e essa é uma daquelas questões dignas de serem respondidas por uma frase de Albert Einstein: “Existem perguntas tão boas, que não deveriam ser respondidas rapidamente”. Peço para que você pense e chegue as suas respostas, e depois disso compartilhe com os outros e também comigo e as pessoas que estão lendo esse artigo. Me envie por e-mail, e quando você ler a continuação desse artigo, verá todas as sugestões de como podemos fazer para nos conhecermos melhor. Vou ficar esperando.


Pergunta: Como podemos fazer para conhecermos melhor a nós mesmos?


Envie para o email contato@samjolen.com.br

Um grande abraço Sam Jolen